segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Trifinio, Patrimonio Natural de la Humanidad


 
 La Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco), declaró Reserva de la Biósfera Transfronteriza la región natural Trifinio, ubicada entre Honduras, Guatemala, y El Salvador.
http://multimedia.telesurtv.net

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Marina Silva fala sobre a Usina Belo Monte

Usina Hidrelétrica de Belo Monte e seus Impactos


Por

 
Assinem agora mesmo o Abaixo-assinado para parar essa Usina: http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura

"É de inúmeros atos diferentes de coragem e fé que a história humana é feita. Sempre que um homem defende um ideal, tenta melhorar o destino de seus semelhantes ou luta contra a injustiça, emite um sussurro de esperança." 

 Robert F. Kennedy

Redução da receita é uma das questões da nova lei dos royalties

 
A nova lei dos royalties tem causado diversas discussões nas cidades do interior do estado do Rio. A principal delas é sobre a redução da receita, que afeta diretamente o orçamento desses municípios. Segundo a atual legislação brasileira, estados e municípios produtores, além da União, têm direito à maioria absoluta dos royalties do petróleo.

A divisão atual é de 30% para a União, 26,25% para estados e municípios produtores. Com a nova regra, a União e os estados produtores passam a receber 20%. Mas a principal mudança é para o caixa dos municípios.

As cidades que produzem petróleo ficam, atualmente, com 26,25% dos royalties. Com a alteração vão receber 15% em 2013 e 4% em 2020. O governo do estado do Rio e os municípios fluminenses poderão perder, em 2013, R$ 3,4 bilhões em receitas com royalties e participações especiais na exploração de petróleo.

Até 2020, a perda acumulada chegaria a R$ 77 bilhões. Municípios fluminenses produtores teriam a receita reduzida, em 2013, de R$ 4,1 milhões, segundo a regra atual, para R$ 1,6 bilhão, se a lei for sancionada pela presidente Dilma Rousseff. O cálculo foi feito por técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro, tomando como base o preço do barril de petróleo a US$ 90 e o câmbio a R$ 2.

Por causa das atividades ligadas ao petróleo, muitos municípios viram a população explodir na última década. Rio das Ostras, por exemplo, teve um aumento populacional de 190% no período de dez anos. A cidade saiu de 36 mil habitantes em 2000 para 105 em 2010, de acordo com o censo do IBGE. A população de Macaé e Búzios também cresceu mais de 50%. E em Quissamã, o aumento foi de 48%.

Em 49 cidades fluminenses, pelo menos 10% das verbas vem dos royalties. O maior percentual de orçamento que depende dos royalties está em São João da Barra, no Norte do estado. São 72,3%. Em seguida vem Campos dos Goytacazes, RJ, também na região Norte, com 59,1% do orçamento. Na cidade de Rio das Ostras, na Baixada Litorânea, 53,7 do orçamento são com verbas dos royalties. Nas cidades de Casimiro de Abreu, Quissamã, Carapebus e Paraty, mais de 40% do orçamento, também vêm do dinheiro dos royalties.

domingo, 25 de novembro de 2012

Blog Revelação 2012 - Vote de hoje até 18/12/2012



Vote em um dos blogs abaixo:

  http://xadrezparatodosetodas.blogspot.com.br/



  Visite o site "Juntos pela Sustentabilidade" e vote em um dos blogs acima citados. Endereço do site: http://aservicodoplaneta.blogspot.com.br/

Obrigada,
Anisia Nascimento

Produção de peças em Estanho para a Casa Seu Alfredo®-Arte em Estanho

Por  
O processo de produção de peças em Estanho, passo a passo, elucidando todas as dúvidas de como surgem as jóias que são encontradas na Casa Seu Alfredo®-Arte em Estanho, esse processo é todo artesanal, feito com o 4° metal nobre e dentro dos mais rigorosos padrões de qualidade totalmente de acordo com a Normativa RoHS, produzido nas instalações da maior fábrica de artefatos artesanais do Brasil, a Faemam, que foi especialmente preparada para por mais de um ano, atender os requisitos exigidos para a não contaminação do Estanho e do meio ambiente , conforme os padrões Europeus e que nós da Casa Seu Alfredo®-Arte em Estanho fizemos questão de participar.
www.csaestanho.com.br

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Blog do Pedlowski: “Chuva de prata” volta a atormentar moradores de S...

Blog do Pedlowski: “Chuva de prata” volta a atormentar moradores de S...:

“Chuva de prata” volta a atormentar moradores de Santa Cruz – nota do PACS sobre os episódios dessa semana envolvendo a TKCSA

“Minha neta voltou da escola e me mostrou os braços, cobertos com uma poeira prateada. Mandei ela tomar banho correndo”. Relatos como o da senhora Josefa Marques se repetiam em várias versões, por diferentes pessoas, nesta quarta-feira (31/10), nas ruas do bairro de Santa C ruz, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo os moradores, na noite da segunda-feira (29) a emissão de substâncias particuladas provenientes dos altos-fornos da TKCSA voltou a ser forte. E o reflexo foi imediato. A chuva de prata, como é denominada, cobriu as ruas, os telhados e se impregnou pelo ar. Na terça-feira (30), os moradores acordaram em meio a uma grande camada de poeira prateada. “Você sente o ar pesado, a pele começa a coçar e os olhos a arder”, descreveu Martha Trindade, que mora em Santa Cruz há 30 anos. “O ar aqui não era assim. Começou logo depois que a TKCSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico) foi instalada aqui”, disse Martha. 

Pertencente ao grupo alemão Thyssen Krupp e à mineradora de origem brasileira Vale, a siderúrgica foi implementada no Rio de Janeiro - onde recebeu, gratuitamente, um terreno e isenções impostos municipais e estaduais - depois de ter sido negada em outros países e em outros estados do Brasil. 

Financiada com R$ 2,5 bilhões de dinheiro público do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), a TKCSA começou a ser construída em 2006 e, desde então, a empresa acumula ações judiciais do Ministério Público por violação de direitos humanos, trabalhistas e ambientais. Desde que foi inaugurada em junho de 2010, a TKCSA segue contaminando o ar da cidade do Rio de Janeiro, com fortes impactos às populações vizinhas e ao meio ambiente. Por isso, a siderúrgica ainda não adquiriu a licença definitiva de operação. Em março de 2012, um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) foi assinado entre a TKCSA e a Secretaria de Ambiente do Estado do Rio de Janeiro (SEA), prorrogando por dois anos o período de funcionamento sem licença definitiva em troca do cumprimento de 130 condicionalidades pela empresa, dentre elas a garantia de que a população vizinha não mais seria vítima da “chuva de prata”. 

Os episódios dessa semana configuram-se em um flagrante descumprimento do TAC. A siderúrgica deve, portanto, ter sua licença de operação definitiva negada.

De acordo com Miguel Borba de Sá, do PACS (Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul), a empresa alega que a poeira constante no ar de Santa Cruz seria “apenas” grafite, mas que segundo a pré-análise feita pela Fiocruz, há também a presença de outras substâncias. 

Logo que recebeu a denúncia dos moradores, PACS foi até Santa Cruz para fazer o levantamento dos relatos, e pela manhã desta quarta-feira (31) encaminhou uma denúncia formal à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ). A Comissão irá acionar o Ministério Público e o INEA para que essa denúncia de violações seja apurada e as providências cabíveis executadas. 

Considerando que:

. A Licença não foi conseguida no tempo estipulado pela lei;

. Foi por inadequação do projeto, erros de operação e demais procedimentos de responsabilidade da siderúrgica que esta licença não pôde ser concedida;

. O TAC foi firmado para ampliar o prazo de ajuste, para dar mais tempo para que a empresa se adequasse à legislação, ação que flexibilizou de maneira perigosa a legislação ambiental brasileira ao estender por mais dois anos o período de funcionamento sem licença de operação;

. E agora nem o TAC está sendo cumprido.

Acreditamos que é hora de perguntar: o que a SEA e o INEA - responsáveis pela outorga de licenças ambientais no Estado do Rio de Janeiro - estão esperando para cancelar definitivamente a autorização de funcionamento desta siderúrgica poluidora e descumpridora das leis e acordos firmados com as autoridades públicas brasileiras? 
 
 

Brasil Recicla: Retirada de material reciclavel gratuita

Brasil Recicla: Retirada de material reciclavel gratuita:

Retirada de material reciclavel gratuita

Trabalhamos com o sistema reciclagem sustentável, aceitamos doação, com a retirada do material reciclável em sua empresa ou residência sem cobrança de taxas. Gerando beneficios a todas as partes, tanto para a preservação da natureza quanto para a sua empresa ou residência que busca um meio de dispensar esses materiais recicláveis.
As empresas geram altos custos para dispensar esses materiais reciclaveis, e as residências nem pagando encontram lugar para eles. O Governo gasta milhões para dispensar esses materiais, ou seja, não há um planejamento de reciclagem sustentável.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Nove gambás órfãos foram salvos em Nilópolis

Prefeitura Municipal de Nilópolis - Site Oficial

Por: Superintendência de Propaganda e Marketing
Noticia
Na tarde do último dia 21, sexta-feira, a Prefeitura de Nilópolis, através da Secretaria Meio Ambiente, com o apoio da Defesa Civil, recolheu nove filhotes de gambá, após receber a ligação de uma moradora do bairro de Nova Cidade, relatando que uma gambá apareceu no quintal de sua residência dando luz a onze filhotes, porém o animal foi atacado por um cachorro e acabou morrendo, deixando uma ninhada com 9 filhotes sobreviventes do parto.

Após serem recolhidos, os filhotes foram levados para uma clinica veterinária particular que se comoveu com o caso, onde foram examinados e estão aparentemente bem. “Entraremos em contato com os criadores de gambás para aprender com eles e estudar um melhor lugar para soltá-los após o crescimento” disse o secretário de Meio Ambiente Renato Rabello.

A Prefeitura já entrou e contato com o IBAMA que se prontificou em ajudar a secretaria, esta que vem dando todo suporte necessário para a sobrevivência e crescimento dos gambás. “Hoje com a urbanização da cidade, ainda encontramos estes animais que não são comuns no nosso dia a dia e o caso comoveu a todos da secretaria que prontamente já deram nomes para os filhotes. Fico surpreendido a cada dia com estes episódios” concluiu o secretário.

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