segunda-feira, 16 de julho de 2012

Juntos pela sustentabilidade .: SER SUSTENTÁVEL É ...

Juntos pela sustentabilidade .: SER SUSTENTÁVEL É ...:         

  Como viver de forma sustentável sem    agredir o meio ambiente :        


-  Economizar água .
  Diariamente nos deparamos com notícias sobre a pior  seca dos últimos  37 anos que se instalou sobre o nordeste  e que castiga inúmeras regiões nordestinas, noticias como essa nos fazer perceber como a água tem se tornado cada vez mais escassa  e de difícil acesso principalmente a população pobre . Economizar água não é apenas uma formar de economizar dinheiro , mas sim uma forma de diminuir os efeitos causados pela escassez desse bem cada vez mais precioso ``. . São ações simples de todo nós que permitiram que esse bem fundamental não se torne um líquido escasso , são elas :
  reduzar o tempo do banho , um banho de 5 minutos gasta 60 litros de água  ,  quando estiver se ensaboando desligue o chuveiro , aproveito a hora do banho para fazer xixi , aproveite a água das chuvas para molhar as plantas , não lave sua calçada com mangueira utilize baldes com água , assim você gera uma grande economia de água que no final do mês se refletirá em sua conta d´água , que tende a ficar mais barata . 
- Economizar luz .
  Somente a partir do momento em que houve uma queda gradativa no consumo de energia elétrica a demanda pela construção de novas usinas de energia tende a diminuir na mesma porpoção .
 O crescimento populacional nas últimas acarretou uma demanda maior de energia életrica já que no mundo existe mais de 8 bilhões de pessoas . Como consequência da construção dessas novas usinas  podemos destacar : o alagamento de gigantescas regiões , além da derrubada de várias árvores para abrir caminho para as novas usinas de energia que contribuíram com a destruição do nosso planeta , lançado resíduos nocivos a natureza . Você economizar energia életrica utilizando lâmpadas florescentes ao invés das tradicionais lâmpadas incandecentes que são constrítuidas de materias como o Mércurio e metais pesados que poluem o solo . Por um lados as lâmpadas florescentes são mais caras que as lâmpadas comuns mais por outro lado consomem 80% menos energia que as lâmpadas tradicionais tornando se viáveis economicamente .
- Utilizer o transporte coletivo ou a bicicleta .
  Opeter pela utilização do  transporte coletivo  , deixando sempre que possível seu carro na garagem . Os veículos são responsáveis por grande parte da emissão de gases poluentes que tanto contribuem para o agravamento do aquecimento global e efeito estufa e ainda agrem prejudicando a qualidade do ar que respiramos . Utilize também a bicicleta para passear e fazer pequenos trájetos , assim sem a utilização do automovéis  , além de ser mante  saúdavel fazendo exercícios você contribui não poluindo o meio ambiente e não contribuindo para o consgestionamento no trânsito das grandes metrópoles .  
- Utilizer menos papel .
 Utilize papel somente para o que for necessário , evitando assim o gasto desnecessário . Sempre dê preferência a utilização de papel reciclado . Quanto menos papel for usado menor será o número de árvores desmatadas . As árvores são muito importantes já que retiram grande parte do CO2 da atmosfera .
- Recicle seu lixo .
A sociedade consumista  brasileira é responsável pela produção de toneladas de lixo diariamente . Umas das soluções para esse problema é a reciclagem ( processo pelo qual determinados objetos como garrafas PTES , vidros , enlatados de metal , caixas de papelão passam por transformações para virarem objetos úteis as nossas vidas  ), esses materiais como papel , plásticos , vidros e metais , quando não tem destino certo demoram anos para se decompor, isto é , sumir . Promova a coleta seletiva . E todos materias recicláveis que você tiver na sua casa dê para cooperativas que trabalham nessa aréa , assim você contribui aumentando a oferta de emprego aos catadores e dar um destino cetro a materias e demoraria anos para se decompor em lixões .
- Use sacolas reutilizavéis .


Quando estiver fazendo suas compras , utilize sempre sacolas oxibiodegradáveis que demorão aproximadamente 18 meses para se decompor  , ao invés das demais sacolas plásticas que demoram até 400 anos para se decompor . 
 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Prefeitura Municipal de Nilópolis - Site Oficial

Prefeitura Municipal de Nilópolis - Site Oficial


Por: Superintendência de Propaganda e Marketing
Noticia
A Prefeitura de Nilópolis através da Secretaria de Meio Ambiente realizou no último dia 16, o 1º Safári Fotográfico no Parque Municipal Natural do Gericinó, orientado pelo pesquisador Flávio Zen. O evento, que é constituído por amantes da natureza com boa vontade e curiosidade para entender um pouco mais sobre a vida animal, contou com algumas surpresas interessantes, como por exemplo, foram catalogadas mais duas espécies de aves, o Carcará e a Coruja Buraqueira, adensando assim a lista de avifauna do Parque que já conta com 36 espécies de aves catalogadas.

O material registrado ficará como divulgação das belezas do parque e brevemente irá compor um álbum virtual na internet para auxiliar na educação ambiental das escolas do município. “Essa é uma excelente iniciativa dos colaboradores e fotógrafos, pois dá oportunidade de todos conhecerem as belezas que o Parque reserva independente de serem profissionais ou não” comenta o secretário de Meio Ambiente Renato Rabello.

Para participar não custa nada, pois trata-se de um projeto de voluntariado, basta entrar em contato com a secretaria, que funciona na Rua Antônio João de Mendonça, 21, Centro, ou ainda pelo telefone 2692-3951, para saber a data que este evento irá acontecer.

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Kelowna BC Bicycle Tour 2012 (video 2) Travel - YouTube

Rio 20 ou Rio-20?


 O documento final da Rio+20 que será aprovado amanhã retrocedeu no direitos das mulheres, não resolveu o problema do financiamento ao desenvolvimento sustentável e muito menos os problemas diretamente relacionados à mudança climática, assim como, não solucionou o problema de transferência de tecnologia, direito a água, piso social básico, entre muitos dos temas fundamentais para que os direitos humanos sejam efetivados e os países caminhem para um rota de sustentabilidade.

O comentário é de Iara Pietricovsky, antropóloga e do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 em artigo publicado no sítio do Inesc, 21-06-2012.

Eis o artigo.

Está praticamente definido o texto que será aprovado amanhã, 22 de junho, na Cúpula oficial da Rio+20 – o evento internacional mais importante deste ano. Um cenário lamentável de retrocesso. Os governos, pressionados por uma lógica de “cada um por si” e o mundo que se dane, nos levaram a assistir uma farsa. A abertura oficial, comandada pela presidenta brasileira, Dilma Rousseff, e pelo Secretario Geral da ONU, Ban Ki Moom,  foi realizada em um ambiente insosso, burocrático. Os governantes discursaram para uma plateia desinteressada e como se tivessem copiado um o discurso do outro. Monocórdios, sem luz, sem compromisso repetiam a mesma ladainha, sem brilho e vigor. Esse foi o sentimento predominante dos representantes da sociedade civil que assistiram a abertura.

Pensar que em 1992 o mundo vivia a expressão máximo do neoliberalismo, quando presenciou o desmantelamento do papel do Estado, a transferência progressiva do poder às grandes corporações financeiras, comerciais, industriais e agrárias. Hoje observamos um processo declarado de apropriação privada do espaço público de forma geral e irrestrita,  inversão de uma ordem que nos custa reverter 20 anos depois e com a anuência dos governos. Vimos governos fracos, apresentando um documento inconsistente  e sem a ambição necessária para reagir à destruição do Planeta, que ainda pensam na lógica do crescimento econômico como base para o enfrentamento das crises econômica, social e ambiental.

Nosso cenário, em números, é desanimador. Constatamos que existem mais de um bilhão de pessoas ameaçadas de morrer de fome, que a distância entre ricos e pobres está aumentado, com 70% dos recursos mundiais desfrutados pelos 20% mais ricos, enquanto aqueles no quintil inferior ficam somente com 2%. Comprovamos uma ausência de vontade política dos países mais ricos em mudarem seu padrão de consumo, estilo de vida, porque em grande medida é disso que se trata, os mais ricos são os maiores responsáveis por este padrão que se mostra esgotado e em crise. 

Lacunas e falta de vontade política no momento de colocar em prática os acordos internacionais, a Agenda 21, os Princípios do Rio, que saíram das Rio92, e todos os  outros do Ciclo Social. A nossa crise é de implementação e não de ausência de um marco decente para que possamos fazer a mudança de modelo de desenvolvimento. É uma tensão política e econômica, onde os algozes  defensores de um modelo predatório insistem em sua sobrevivência e hegemonia.

O documento que será aprovado amanhã retrocedeu nos direitos das mulheres, não resolveu o problema do financiamento ao desenvolvimento sustentável e muito menos os problemas diretamente relacionados à mudança climática, assim como, não solucionou o problema de transferência de tecnologia, direito a água, piso social básico, entre muitos dos temas fundamentais para que os direitos humanos sejam efetivados e os países caminhem para um rota de sustentabilidade.

Mesmo naquilo que o documento aponta como positivo a linguagem é pouco substanciosa, voluntária e fragiliza os Princípios aprovados há 20 anos na Rio92. Os governos reconhecem a crise econômica e sua profundidade, no entanto, não se mostraram corajosos nas decisões que poderiam atacar esta situação. A proposta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável deveria estar vinculada aos Princípios de responsabilidades comuns, porém diferenciadas; país poluidor-pagador e o da precaução, o que infelizmente não ocorreu, a sua citação é frágil.

O que nós, da Cúpula dos Povos, preconizamos é que a efetivação dos direitos e a busca de processos sustentáveis só será possível, com novas formas de fazer política, com participação das populações, em especial, aquelas afetadas por este desenvolvimento predatório, assim como com outra forma de relação política entre os povos do Planeta. Os países e seus governos não podem mais trabalhar  na lógica dos interesses econômicos, mas sim da solidariedade e da mudança radical de padrões de produção e consumo. Cada país possui uma responsabilidade neste processo e deveria estar atuando de forma efetiva.